Sábado, 5 de setembro de 2026
Policial

Operação prende três homens e uma mulher em Araguaína por suspeita de golpe com site falso de IPVA

Ação foi realizada nesta sexta-feira (4) a partir de investigação da Polícia Civil do Amazonas; um dos homens já estava preso por outro crime

Foto: RepórterTO

Três homens e uma mulher foram alvos de mandados de prisão cumpridos na manhã desta sexta-feira (4), em Araguaína, durante a Operação Fisco Fantasma, conduzida a partir de uma investigação da Polícia Civil do Amazonas.

Segundo o delegado regional da Polícia Civil do Tocantins em Araguaína, Breno Eduardo Alves, a operação também cumpriu mandados de busca e apreensão.

Dos três homens, dois foram localizados durante a ação desta sexta-feira. O terceiro já estava preso por outro crime e teve um novo mandado de prisão cumprido. A mulher também foi presa.

Os nomes dos investigados não foram divulgados.

Site falso era usado para pagamento de IPVA

De acordo com Breno Eduardo, os investigados confeccionavam um site falso para pagamento de IPVA de veículos no Estado do Amazonas.

Segundo o delegado, o dinheiro pago por meio da página não era destinado ao Estado e acabava sendo encaminhado para contas ligadas aos falsários.

“Eles realizavam a confecção de um site falso para o pagamento de IPVA de veículos no Estado do Amazonas. Esse dinheiro, então, não ia para o Estado de lá, acabava indo para a conta desses falsários”, afirmou.

A investigação foi conduzida pela Polícia Civil do Amazonas, que identificou os suspeitos e obteve as ordens judiciais cumpridas em Araguaína.

Mandados de busca também foram cumpridos

Além das prisões, a operação teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão e recolher material que possa ser utilizado no avanço da investigação.

“Hoje nós eclodimos a operação para realizar prisão e captura de material investigativo”, explicou Breno Eduardo.

Os investigados foram levados para o Complexo de Delegacias Especializadas da Polícia Civil, em Araguaína.

Segundo o delegado, eles serão encaminhados posteriormente para a CPPA e permanecerão à disposição da Justiça do Amazonas.

A entrevista não informou o valor total que teria sido movimentado pelo esquema, o número de possíveis vítimas nem há quanto tempo o site falso estaria em funcionamento.