Quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Policial

Polícia procura homem suspeito de estuprar criança autista de 6 anos no norte do Tocantins

José Rômulo Pereira Cirqueira, de 32 anos, foi flagrado pela própria companheira durante o crime, em Praia Norte; Justiça decretou prisão preventiva, e ele está foragido desde então

Foto: Divulgação/PCTO

A Polícia Civil do Tocantins procura José Rômulo Pereira Cirqueira, de 32 anos, apontado como autor de um crime de estupro de vulnerável contra uma criança autista de 6 anos, no Povoado Jatobá, zona rural de Praia Norte. Segundo a delegada Daniela Caldas, responsável pelo caso na 9ª Delegacia de Polícia Civil de Praia Norte, o crime ocorreu no dia 8 de agosto.

De acordo com a investigação, José Rômulo levou a criança para tomar banho no Rio Tocantins e, aproveitando-se da vulnerabilidade dela, teria cometido o abuso. O crime teria sido presenciado pela companheira do suspeito, que o flagrou durante o ato. Ele fugiu em seguida, usando a motocicleta do cunhado, e segue em local desconhecido.

A criança se queixou de dores e foi socorrida pelos avós, que a levaram ao Hospital Regional de Augustinópolis. Lá, ela passou por exames periciais que confirmaram o abuso.

Prisão preventiva decretada

Após ser informada do caso, a Polícia Civil instaurou inquérito e, com base nos indícios de autoria e materialidade reunidos na investigação, representou pela prisão preventiva de José Rômulo. O pedido foi deferido pela Justiça da Comarca de Augustinópolis, com manifestação favorável do Ministério Público. Ele segue foragido desde a decretação.

Como ajudar

Quem tiver informações sobre o paradeiro de José Rômulo Pereira Cirqueira pode entrar em contato com a 9ª Delegacia de Polícia Civil de Praia Norte pelo telefone e WhatsApp (63) 99943-4969. O sigilo e o anonimato são garantidos.

Segundo a delegada Daniela Caldas, as equipes seguem empenhadas na localização do suspeito, e a colaboração da população é essencial para o cumprimento do mandado.

Onde denunciar

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser denunciados de forma sigilosa pelo Disque 100, da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, ou pelo 190, da Polícia Militar, em caso de flagrante.