
A Justiça do Tocantins converteu em prisão preventiva a detenção do mecânico Lucas Rodrigues Monteiro, de 30 anos, motorista envolvido no acidente de trânsito que resultou na morte de Caio Pinheiro, de 22 anos, e de seu filho, o bebê Pyetro Gael, de apenas dois meses de vida, na BR-153, em AraguaÃna.
A decisão foi proferida após a análise da prisão em flagrante realizada no domingo, 14, dia do acidente. Com a conversão, o investigado permanece preso enquanto o caso segue sob apuração da PolÃcia Civil.
Na decisão judicial, o magistrado destacou que Lucas Rodrigues Monteiro havia firmado, em 2024, um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) em razão de um crime de receptação. Entre as cláusulas impostas no acordo, constava a proibição de frequentar bares, boates, danceterias, casas de diversão e qualquer local onde houvesse venda de bebidas alcoólicas, salvo em situações relacionadas ao trabalho.
O juiz mencionou o descumprimento dessa condição como um dos fundamentos para converter a prisão em flagrante em prisão preventiva.
Relembre o caso
O acidente ocorreu no final da manhã do domingo, 14, na BR-153, nas proximidades do setor Barros, em AraguaÃna. Segundo as informações apuradas, Caio Pinheiro seguia em uma motocicleta acompanhado da esposa, Winglidy Magalhães, e do filho recém-nascido, quando houve a colisão com um carro conduzido por Lucas Rodrigues Monteiro.
Caio e o bebê Pyetro Gael morreram ainda no local. Winglidy Magalhães foi socorrida em estado grave e encaminhada ao Hospital Regional de AraguaÃna, onde segue internada.
Após o acidente, Lucas Rodrigues Monteiro foi preso em flagrante. O caso foi registrado e segue sob investigação da PolÃcia Civil, que apura as circunstâncias da colisão.
O RepórterTO não conseguiu contato com a defesa do investigado. O espaço permanece aberto para manifestação.

