

O MPTO aponta, nos autos, que o cidadão deveria ter sido encaminhado à Delegacia de PolÃcia, logo após ter entrado na viatura ? o que não ocorreu.Os suspeitos disseram que deixaram a vÃtima em um bairro da cidade, o que não foi comprovado na investigação.
O músico foi visto vagando pela cidade entrando em carros que encontrava abertos. Ele teria provocado pequenos estragos em um dos veÃculos enquanto tentava ligá-lo e foi abordado por PM aposentado que acionou os policiais do 7º Batalhão da PolÃcia Militar de GuaraÃ, onde os suspeitos são lotados. Depois disso, Joan não foi mais visto.
Os militares vão responder por homicÃdio doloso qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual.
O advogado Paulo Roberto da Silva, que defende os militares, afirmou que não há provas contar os policiais e que ainda não teve acesso ao processo.
?Embora a defesa não tenha tido acesso aos autos, me parece ser mais um daqueles casos que não tem prova. A participação desses acusados eu tenho certeza que será demonstrada de forma cabal que ela inexiste. Então a defesa está tranquila, os réus estão tranquilos. Eles se apresentaram hoje ao quartel antes do cumprimento de qualquer mandado de prisão e vamos tocar a defesa de forma clara, objetiva, porque nosso interesse é social tanto quanto do Ministério Público, tanto quanto das autoridades. A PolÃcia Militar não tem bandidos no seu meio?, explicou o advogado
Em nota, a PolÃcia Militar informou que, de fato, em virtude dos PMs estarem presos, naturalmente estão afastados de suas funções e impedidos de realizar suas funções públicas. Sobre as entrega das armas, estas foram recolhidas pela PolÃcia Militar e estão à disposição da Justiça.
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